Colonização e racismo estrutural: notas sobre a relação entre racismo e capital
O objeto investigado consiste na relação entre racismo e capital. Este artigo objetiva sintetizar tal relação mediante a categoria racismo estrutural. Para tanto, utilizamo-nos do método marxiano. Recorremos à letra marxiana em O Capital, analisando a acumulação primitiva do capital e a moderna colo...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Germinal: Marxismo e Educação em Debate |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.ufba.br:article/49307 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufba.br/index.php/revistagerminal/article/view/49307 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Racismo estrutural Acumulação primitiva do capital Colonização Desumanização Mercadoria |
| Sumario: | O objeto investigado consiste na relação entre racismo e capital. Este artigo objetiva sintetizar tal relação mediante a categoria racismo estrutural. Para tanto, utilizamo-nos do método marxiano. Recorremos à letra marxiana em O Capital, analisando a acumulação primitiva do capital e a moderna colonização, bem como à tese de Silvio Almeida sobre o racismo estrutural relacionando-o às categorias desumanização, fetiche da mercadoria e alienação. Portanto, o sistema do capital inaugura o racismo estrutural, em que este é generalizado ao mundo. Somente a transformação revolucionária da sociabilidade burguesa pode combater o racismo gestado e desenvolvido em suas entranhas. |
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