Liberdade nas canções de Raul Seixas segundo o existencialismo
A palavra alcança uma representação da realidade de maneira profunda e reflexiva. Por meio dela, o ser humano, atendo-se aos fenômenos à sua volta, transforma o mundo e a si mesmo, numa dimensão evolutiva. Tendo em vista esse poder da palavra, esta pesquisa realiza uma análise de como o artista Raul...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Goiás (UEG) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações da UEG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede2:tede/1286 |
| Acceso en línea: | http://www.bdtd.ueg.br/handle/tede/1286 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Raul Seixas - Filosofia Existencialista Raul Seixas - Liberdade Raul Seixas - Humanismo CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA |
| Sumario: | A palavra alcança uma representação da realidade de maneira profunda e reflexiva. Por meio dela, o ser humano, atendo-se aos fenômenos à sua volta, transforma o mundo e a si mesmo, numa dimensão evolutiva. Tendo em vista esse poder da palavra, esta pesquisa realiza uma análise de como o artista Raul Seixas aborda a liberdade em suas canções criadas no período entre 1973 e 1989. A teoria que fundamenta tal análise é a filosofia existencialista do século XX, compreendendo a perspectiva de Seixas sobre ser livre e seus encadeamentos, inserida no contexto histórico vivido por ele: Ditadura Militar, época em que o direito à liberdade foi negado pelo governo brasileiro. O trabalho é de cunho qualitativo e interpretativista, sendo organizado por meio da fragmentação do tema liberdade nas seguintes categorias de análise: escolhas, cotidiano, resistência ao sistema tradicional, morte e zona de conforto. A base filosófica está centrada nos textos O Existencialismo é um Humanismo de Jean-Paul Sartre e Ser e Tempo, de Martin Heidegger. |
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