Objetos indígenas para o mercado: produção, intercâmbio, comércio e suas transformações. Experiências Ka’apor e Mebêngôkre-Kayapó

Para muitos povos indígenas da Amazônia, a comercialização de objetos da sua cultura material se apresenta como uma importante possibilidade de geração de renda. Especialistas na arte e muitas famílias das aldeias dedicam parte do seu tempo a elaborar objetos especificamente para este fim. São diver...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Garcés, Claudia Leonor López, Pérez, Sol Elizabeth González, Silva, Juliano Almeida da, Araújo, Marluce Oliveira de, Coelho-Ferreira, Márlia
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG)
Repositorio:Repositório Institucional do MPEG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.museu-goeldi.br:mgoeldi/1484
Acceso en línea:https://repositorio.museu-goeldi.br/handle/mgoeldi/1484
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:CNPQ::CIENCIAS HUMANAS
Objetos Indígenas
Produção
Comercialização
Mercado
Ka’apor
Mebêngôkre-Kayapó
Indigenous Objects
Production.
Commercialization
Market
Ka‘apor
Mebêngôkre-Kayapo
Descripción
Sumario:Para muitos povos indígenas da Amazônia, a comercialização de objetos da sua cultura material se apresenta como uma importante possibilidade de geração de renda. Especialistas na arte e muitas famílias das aldeias dedicam parte do seu tempo a elaborar objetos especificamente para este fim. São diversas as práticas e os significados envolvidos na produção e no intercâmbio (monetário ou não) desses objetos. Ao mesmo tempo, são constantes as demandas de articulação ao mercado em nível regional e nacional, encontrando-se ainda muitas dificuldades para abrir espaço à produção artesanal indígena. Considerando os contextos etnográficos dos povos indígenas Ka’apor (Terra Indígena Alto Turiaçú, Maranhão) e Mebêngôkre-Kayapó (Terras Indígenas Las Casas e Kayapó, Pará), discutem-se os processos de produção, intercâmbio e comercialização de objetos indígenas e a relação com a lógica do mercado. Examinam-se também as interpretações e os posicionamentos indígenas sobre esses aspectos e os possíveis efeitos dos aspectos jurídicos que se propõem a revalorizar e proteger os conhecimentos e o patrimônio indígena e o meio ambiente provedor das matérias-primas, considerando os impactos sobre as próprias iniciativas indígenas no momento de se inserir nos mercados.