A teoria da justiça em John Rawls e o imperativo categórico kantiano

Resumo: A presente Dissertação examina a analogia reivindicada, por Rawls, no parágrafo 4 de Uma Teoria da Justiça, entre sua teoria e a filosofia moral de Kant Os objetivos da referida análise consiste em tentar propor o qualificativo que melhor se adéque a tal relação, ou seja, se deve ser conside...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Foderario, Vinicius Elias
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2024
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual de Londrina (UEL)
Repositório:Repositório Institucional da UEL
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.uel.br:123456789/14257
Acesso em linha:https://repositorio.uel.br/handle/123456789/14257
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Autonomia
Imperativo categórico (Kant)
Ética
Autonomy
Ethics
Descrição
Resumo:Resumo: A presente Dissertação examina a analogia reivindicada, por Rawls, no parágrafo 4 de Uma Teoria da Justiça, entre sua teoria e a filosofia moral de Kant Os objetivos da referida análise consiste em tentar propor o qualificativo que melhor se adéque a tal relação, ou seja, se deve ser considerada como uma analogia forte, fraca ou inexistente Buscarei defender a existência de uma analogia fraca O argumento central para tal defesa será desenvolvido a partir do terceiro capítulo, onde cuidarei dos móbiles para escolha dos princípios No primeiro capítulo, realizo uma reconstrução, em linhas gerais, da teoria da justiça rawlsiana No segundo, busco demonstrar a maneira que Rawls se utiliza dos conceitos de autonomia e imperativo categórico em Uma Teoria da Justiça No terceiro capítulo, analiso a partir das exigências impostas pela filosofia kantiana, se seria o caso atribuir o qualificativo autônomo para a escolha dos princípios na posição original, e, por conseguinte, se os princípios oriundos do pacto social devem ser considerados como imperativos categóricos Para tanto, realizo tal análise a partir dos elementos textuais oferecidos, por Rawls, na obra supracitada, e à luz das duas principais obras kantianas acerca da moralidade, a saber: Fundamentação da Metafísica dos Costumes e Crítica da Razão Prática