Branded content, música e emoção: análise dos videoclipes da marca vivo

Esta pesquisa objetiva entender as dinâmicas da comunicação atual e como as grandes marcas estão se relacionando com o consumidor na contemporaneidade. Busca-se analisar as práticas que surgem no campo da comunicação a partir da intersecção entre publicidade, música e entretenimento. Procura-se comp...

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Detalles Bibliográficos
Autor: SOUTO, Juliana da Silva
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPE
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufpe.br:123456789/19207
Acceso en línea:https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/19207
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Publicidade
Música
Emoção
Entretenimento
Videoclipe
Branded Content
Advertising
Music
Emotion
Entertainment
Descripción
Sumario:Esta pesquisa objetiva entender as dinâmicas da comunicação atual e como as grandes marcas estão se relacionando com o consumidor na contemporaneidade. Busca-se analisar as práticas que surgem no campo da comunicação a partir da intersecção entre publicidade, música e entretenimento. Procura-se compreender a experimentação do Branded Content, em que o engajamento afetivo do consumidor fomenta uma intensa relação emocional no universo simbólico criado pelas marcas. Neste trabalho, serão analisados os filmes publicitários musicais integrantes da campanha da marca de telefonia Vivo, observando como as músicas se materializam no videoclipe e como esses audiovisuais utilizam a retórica afetiva das canções para o posicionamento da marca. A partir da análise dos três vídeos: ―Eduardo e Mônica‖, ―Metamorfose Ambulante‖ e ―Exagerado‖, faremos um estudo observando as materialidades da música nesses filmes publicitários. Utilizando como trilha músicas de artistas já falecidos, que fizeram muito sucesso na cena musical brasileira nas décadas de 1970, 1980 e 1990, a campanha da Vivo deixa de ser um mero ―expositor‖ das benesses do produto anunciado para criar uma teia de consumo que situa a discussão em torno de uma memória afetiva dessas canções, e de como essas memórias são materializadas nesses filmes publicitários, atreladas a uma estética da canção. Utilizam-se, desta forma, pesquisas acerca da publicidade e do entretenimento a partir de autores como: Scott Donaton (2004), Henry Jenkins (2008) e Rogério Covaleski (2010, 2014); estudos sobre a relação entre cultura do consumo e a mídia por meio de Zygmunt Bauman (2001, 2008), Jean Baudrillard (2011), Everardo Rocha (2006), Karla Patriota (2008) e João Anzanello Carrascoza (2008); sobre música, gênero e audiovisual com Jeder Janotti Jr. (2003, 2004), Massimo Canevacci (2001), Thiago Soares (2011, 2013), Oliver Sacks (2011), David Hesmondhalgh (2013) e Zanna (2015).