Formação e reorganização dos grupos políticos do Estado de Roraima: de 1943 a 1988

Esta dissertação procurou refletir sobre o processo de formação e reorganização do grupos políticos do Estado de Roraima, a partir do fenômeno clientelista, sobretudo buscou analisar no período proposto da criação do ex-Território Federal do Rio Branco (1943), as lutas das elites locais de se manter...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Lobo Júnior, Manoel Ribeiro
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Roraima (UFRR)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRR
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufrr.br:prefix/645
Acesso em linha:http://repositorio.ufrr.br:8080/jspui/handle/prefix/645
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:CNPQ::CIENCIAS HUMANAS
Grupos políticos
Clientelismo
Poder
Elites
Groupes politiques
Clientélisme
Puissance
Descrição
Resumo:Esta dissertação procurou refletir sobre o processo de formação e reorganização do grupos políticos do Estado de Roraima, a partir do fenômeno clientelista, sobretudo buscou analisar no período proposto da criação do ex-Território Federal do Rio Branco (1943), as lutas das elites locais de se manterem no cenário político com poder de mando após essas mudanças que os colocaram temporariamente alijados das decisões políticas. Na outra parte os líderes da nova estrutura montada com o território, possibilitara a formação, consolidação e reorganização em um cenário futuro, cuja base foram forjadas durante o final da década de 1980, com o processo de redemocratização da política brasileira, em que a transformação do antigo território em Estado era uma realidade. E é nesse contexto que os grupos construíram suas bases de sustentação, cujo clientelismo reforçado por elementos como nepotismo, corrupção e impunidade típica da conjuntura jurídica e política brasileira alimentam a perpetuação dos grupos de interesses que continuam com o domínio político do Estado de Roraima. Por outro lado, o reflexo é uma maioria da população apática ao cotidiano das instituições políticas, e uma parcela que participa diretamente da clientela, cujas as benesses os atrelam em uma simbiose disforme ao poder público.