A representação da identidade feminina da personagem Arlequina na construção dos quadrinhos da DC Comics
A presente pesquisa é um estudo sobre a representação feminina da personagem Arlequina na construção dos quadrinhos da DC Comics, com o objetivo de analisar as construções identitárias da personagem nas narrativas gráficas: Batman: origens secretas (2016), Arlequina se jogando na cidade (2017), Batm...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/41938 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41938 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES Arlequina Identidade História em quadrinhos Representação feminina Harley Quinn identity comic strips feminine representation |
| Sumario: | A presente pesquisa é um estudo sobre a representação feminina da personagem Arlequina na construção dos quadrinhos da DC Comics, com o objetivo de analisar as construções identitárias da personagem nas narrativas gráficas: Batman: origens secretas (2016), Arlequina se jogando na cidade (2017), Batman: Arlequina (2017), Arlequina apagão de poder (2018) e dois episódios da original animação: Batman série animada (1992), em que são comprovadas as representações identitárias assumidas pela personagem Arlequina. Essa investigação foi desenvolvida com base nos pressupostos teórico-metodológicos da Linguística Aplicada (LA), a partir da concepção de linguagem para problematização das questões sociais (PENNYCOOK, 2008; MOITA LOPES, 2006; RAJAGOPALAN, 2003), da Teoria Social da Linguagem, abordando a linguagem enquanto prática social (FAIRCLOUGH, 2001; MEURER, 2011; RAMALHO,RESENDE, 2011) e da Psicologia Social, para compreensão das construções identitárias e representações performadas pela personagem Arlequina (MOSCOVICI, 2007; JODELET, 2019). Os dados submetidos à análise qualitativa foram interpretados baseados em duas categorias de análise: (a) violência e (b) sexualidade. Os resultados evidenciaram que a personagem Arlequina, comumente conhecida como uma personagem submissa, não mais se encontra neste lugar, tendo em vista que nas graphic novels examinadas ela assume novas representatividades, como a da Dra Quinzel e Arlequina, bem como a de protagonista e anti-heroína. Além disso, Arlequina também se representa como personagem feminina empoderada, uma vez que ela subverte o lugar de poder e dominação masculina na narrativa, e também rompe com o padrão heteronormativo performando uma bissexualidade e exercendo a sororidade feminina. |
|---|