Mapeamento do uso da terra e cobertura vegetal no Agreste paraibano: municípios de Pocinhos e Puxinanã.
As técnicas de Sensoriamento Remoto aliado ao uso de Sistemas de Informações Geográficas é de grande importância no estudo e na preservação dos recursos naturais da terra, uma vez que nos leva a lugares de difícil acesso bem como facilita no acompanhamento dos processos dinâmicos da natureza. Esse t...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:localhost:riufcg/37423 |
| Acceso en línea: | http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/37423 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Semiárido brasileiro Recursos naturais Degradação ambiental Uso da terra - mapeamento Cobertura vegetal - mapeamento Agreste paraibano Pocinhos - PB - mapeamento de uso da terra Puxinanã - PB - mapeamento de uso da terra Sensoriamento remoto LANDSAT - TM/5 Software Erdas Imagine 8.3.1 Imagens de satélite Brazilian semiarid Natural resources Environmental degradation Land use - mapping Vegetation cover - mapping Pocinhos - PB - land use mapping Puxinanã - PB - land use mapping Remote sensing Erdas Imagine 8.3.1 software Satellite images Ciências Agrárias. |
| Sumario: | As técnicas de Sensoriamento Remoto aliado ao uso de Sistemas de Informações Geográficas é de grande importância no estudo e na preservação dos recursos naturais da terra, uma vez que nos leva a lugares de difícil acesso bem como facilita no acompanhamento dos processos dinâmicos da natureza. Esse trabalho foi desenvolvido em partes das regiões do Agreste paraibano, referentes aos municípios de Puxinanã e Pocinhos. Foi obtido o mapeamento do uso e da cobertura da terra. A imagem utilizada foi do satélite Landsat-TM/5 (cena obtida em 08 de maio de 2002), analisada mediante o emprego do software Erdas Imagine 8.3.1, utilizando-se o método de classificação supervisionado (Maximum Likelihood). Foram identificadas neste trabalho oito classes: Água/Áreas úmidas (9,9Km2), Caatinga 1 (49,5Km2), Caatinga 2 (26,4Km2), Agricultura tradicional (69,3Km2), Pastagem (52,8Km2), Agricultura de subsistência (59,4Km2), Afloramentos rochosos/ Área urbana (23,1Km2) e Solos desnudos (39,6Km2), perfazendo uma área de aproximadamente 330Km2, com precisão estatística Kappa de 100%, 94,80%, 93,21%, 74,39%, 79,26%, 77,67%, 100% e 75,01%, respectivamente, com média geral de 81,02%, o que demonstrou concordância excelente para a classificação. Nas classes identificadas que demonstraram uso agropecuário, o levantamento proposto demonstrou que necessitam de manejos adequados e pontuais dos seus recursos naturais. As principais limitações referentes às classes definidas passíveis de utilização agrícola, que são Agricultura Tradicional, Pastagem e Agricultura de subsistência, foram, em primeiro plano a escassez de água, logo após a presença de pedregosidade superficial e a susceptibilidade as erosões. As classes Caatinga 1 e Caatinga 2 são recomendadas essencialmente para uso de preservação de fauna e flora, ou se possível, o uso de manejo sustentável dos recursos naturais. |
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