Essays in empirical corporate finance and macro-finance
Esta tese é composta de três ensaios empíricos sobre finanças corporativas e macrofinanças, todos eles aplicados ao Brasil. O primeiro mostra como uma mudanças tributárias no nível do acionista podem afetar as decisões financeiras das empresas investidas, através da estrutura de propriedade. Os resu...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/158172 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/10183/158172 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Política financeira Mercado financeiro Investimento estrangeiro Crédito Tax effects Natural experiment Interdependence of corporate financial policies Financial constraints Equity foreign portfolio investment Aggregate investment |
| Resumo: | Esta tese é composta de três ensaios empíricos sobre finanças corporativas e macrofinanças, todos eles aplicados ao Brasil. O primeiro mostra como uma mudanças tributárias no nível do acionista podem afetar as decisões financeiras das empresas investidas, através da estrutura de propriedade. Os resultados sugerem que as empresas ajustam suas políticas financeiras para minimizar os gastos tributários totais (nível do acionista mais nível da firma). No segundo artigo, analisa-se a relação entre o investimento estrangeiro em carteira (EFPI) e o investimento agregado brasileiro. Os resultados mostram que o EFPI tem um impacto marginal positivo na formação bruta de capital fixo, mas que essa relação é condicionada a fatores institucionais, tal como o grau de intervenção do governo no mercado de crédito. Finalmente, no terceiro ensaio, mostro que um aumento exógeno dos preços dos ativos colateralizáveis imobiliários pode ter consequências positivas no financiamento e investimento das empresas. As firmas aparentemente mais beneficiadas pelo ciclo expansionista de crédito observado no Brasil durante os anos 2000 foram justamente aquelas com menor grau de tangibilidade, potencialmente fora do mercado de crédito no período anterior. |
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