Efeitos do salário mínimo sobre o mercado de trabalho brasileiro
O objetivo deste estudo é fazer uma revisão da literatura empírica relativa aos impactos do salário mínimo (SM) sobre o mercado de trabalho brasileiro. O artigo enfatiza os trabalhos produzidos no período mais recente e, nesse sentido, constitui uma ampliação e atualização desses trabalhos. A anális...
| Autores: | , |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2006 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) |
| Repositório: | Repositório Institucional da IPEA (RCIpea) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/1672 |
| Acesso em linha: | http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/1672 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Salário mínimo Mercado de trabalho Distribuição de salários Variáveis de emprego Desemprego |
| Resumo: | O objetivo deste estudo é fazer uma revisão da literatura empírica relativa aos impactos do salário mínimo (SM) sobre o mercado de trabalho brasileiro. O artigo enfatiza os trabalhos produzidos no período mais recente e, nesse sentido, constitui uma ampliação e atualização desses trabalhos. A análise se concentra em dois grandes temas: o impacto do mínimo sobre a distribuição de salários; e o impacto do mínimo sobre as variáveis de emprego. A partir dos resultados dos trabalhos analisados é possível extrair algumas considerações gerais a respeito dos efeitos do SM sobre o mercado de trabalho brasileiro, a saber: a) há consenso no que tange ao efeito do SM de reduzir a desigualdade na distribuição de salários daqueles que permanecem ocupados; b) parece haver efeito negativo, porém reduzido, do SM sobre o emprego; c) os impactos negativos parecem incidir mais fortemente sobre o setor informal, ainda que o efeito continue sendo de pequena magnitude; e d) evidências preliminares sugerem que o mínimo tem efeito significativo sobre a probabilidade de se transitar do emprego formal para o informal e, em menor medida, para o desemprego e a inatividade. |
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