Os reflexos de quem somos: hipóteses acerca do trato racial e da auto-organização na constituição da classe operária e do direito do trabalho na primeira república
Em 1917, a cidade de São Paulo foi palco do estopim que resultaria em uma das mais importantes greves gerais vivenciadas no país até os nossos dias, iniciada nas indústrias têxteis da cidade e rapidamente ampliada para outros setores da economia municipal. O conflito capital-trabalho ganhava força n...
| Autores: | , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/39474 |
| Acceso en línea: | https://doi.org/10.14393/RFADIR-v45n1a2017-41504 http://hdl.handle.net/1843/39474 https://orcid.org/0000-0002-5587-6734 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Classe operária Direito do trabalho Primeira República Mercado de trabalho Trabalhadores Proletariado |
| Sumario: | Em 1917, a cidade de São Paulo foi palco do estopim que resultaria em uma das mais importantes greves gerais vivenciadas no país até os nossos dias, iniciada nas indústrias têxteis da cidade e rapidamente ampliada para outros setores da economia municipal. O conflito capital-trabalho ganhava força nas cidades brasileiras. O capitalismo ocidental vivia uma profunda crise, e os conflitos sociais ganhavam contornos e radicalidade. |
|---|