Avaliação da posição condilar em pacientes desdentados totais portadores de dentaduras duplas, através de planigrafias da ATM

A posição condilar tem sido questionada como importante fator na detecção de sinais e sintomas de DTM,s. Por muito tempo, determinou-se que a concentricidade condilar refletiria uma posição ótima para o paciente. No entanto, outros trabalhos mostraram que era possível a visualização da descentraliza...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Porto, Vinícius Carvalho
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2000
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-21032005-143224
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25135/tde-21032005-143224/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:dentadura completa
prótese dentária total
Descripción
Sumario:A posição condilar tem sido questionada como importante fator na detecção de sinais e sintomas de DTM,s. Por muito tempo, determinou-se que a concentricidade condilar refletiria uma posição ótima para o paciente. No entanto, outros trabalhos mostraram que era possível a visualização da descentralização dos côndilos, mesmo em pacientes assintomáticos. Dessa forma, avaliou-se neste trabalho a posição condilar antes e após instalação de PT,s novas, por meio de planigrafias laterais da ATM. O critério de seleção dos pacientes foi aleatório e, mediante a amostra escolhida, foi preenchido um questionário clínico-anamnésico, seguido de tomadas radiográficas com o par de dentaduras antigas e novas em 12 pacientes. Um único examinador conduziu o preenchimento das fichas e análise das radiografias no programa de imagens Corel Draw 8. De acordo com a metodologia aplicada e análise estatística dos resultados, verificou-se que a posição condilar em desdentados totais na primeira tomada radiográfica situou-se mais para anterior em 100% dos casos. Já o deslocamento condilar após instalação das novas próteses resultou em uma tendência de deslocamento para posterior em 75% dos indivíduos, para anterior em 16,7% e em 8,3% não houve variação da posição condilar. Dos 18 côndilos (75% casos) com deslocamento para posterior, apenas 1 côndilo assumiu uma posição levemente posterior, tendo os demais se localizado concentricamente ou para anterior. Não houve qualquer correlação estatisticamente significativa entre variações das posições condilares e dimensões verticais de oclusão. Provavelmente, os deslocamentos condilares encontrados sejam justificados pelas manipulações com forças variadas, aplicada pelos profissionais, para a posição de trabalho (RC). Baseado na literatura, a tendência de localização para posterior possivelmente não irá causar danos aos pacientes, tendo em vista se tratarem de indivíduos assintomáticos.