Faces de Marília: a moradia em um condomínio horizontal
A tendência de separar zonas de moradias para camadas sociais distintas da população é recorrente nas cidades. A segregação urbana é um processo discriminatório que pode ser enfocado sob vários ângulos. O estudo é de um caso de auto-segregação - isolamento voluntário de indivíduos ou grupos - na cid...
| Author: | |
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| Format: | master thesis |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2004 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repository: | Repositório Institucional da UNESP |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/88812 |
| Online Access: | http://hdl.handle.net/11449/88812 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Antropologia urbana Segregação urbana Condominio (Habitação) Urban anthropology Urban segregation Cities Horizontal condominiums Sociability |
| Summary: | A tendência de separar zonas de moradias para camadas sociais distintas da população é recorrente nas cidades. A segregação urbana é um processo discriminatório que pode ser enfocado sob vários ângulos. O estudo é de um caso de auto-segregação - isolamento voluntário de indivíduos ou grupos - na cidade de Marília, interior de São Paulo. Examina-se o fenômeno dos condomínios horizontais a partir de relatos de agentes imobiliários, de alguns moradores de um condomínio e simpatizantes pela opção. O referencial metodológico utilizado remete à corrente de pesquisa conhecida como interacionismo simbólico mais especificamente o de concepção fenomenológica. Pela descrição e análise de raciocínios empregados pelos relatantes busca-se uma explicação descritiva sobre um caso particular. Considera-se três aspectos principais: a importância da moradia como sinal de status; os mecanismos que criam a sensação de segurança nos condomínios horizontais; e a pretensão de autonomia nos empreendimentos que têm como objetivo a criação de micro-comunidades, como simulacros de um ideal de vida passado. Ao apresentar espaços coletivos internos como similares ao que um dia foi espaço público, altera-se público para coletivo no sentido de entender coletivo como público selecionado. |
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