Esporotricose felina com envolvimento humano na cidade de Pelotas, RS, Brasil

A esporotricose é uma micose subcutânea, causada pelo fungo dimórfico Sporothrix schenckii. O presente estudo descreve a ocorrência de esporotricose felina na cidade de Pelotas (Rio Grande do Sul - Brasil), e a transmissão para um atendente da clínica veterinária, ocasionada pela arranhadura do anim...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Xavier, Melissa Orzechowski, Nobre, Márcia de Oliveira, Sampaio Junior, Daiser Paulo, Antunes, Tatiana de Ávila, Nascente, Patrícia da Silva, Sória, Flávia Biasoli de Araújo, Meireles, Mario Carlos Araujo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2004
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
Repositorio:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.furg.br:1/2640
Acceso en línea:http://repositorio.furg.br/handle/1/2640
http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782004000600047
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Sporothrix schenckii
Gatos
Arranhadura
Micose
Zoonose
Felines
Mycoses
Scratching
Zoonosis
Descripción
Sumario:A esporotricose é uma micose subcutânea, causada pelo fungo dimórfico Sporothrix schenckii. O presente estudo descreve a ocorrência de esporotricose felina na cidade de Pelotas (Rio Grande do Sul - Brasil), e a transmissão para um atendente da clínica veterinária, ocasionada pela arranhadura do animal doente. O felino apresentava deformação do espelho nasal e lesões cutâneas, enquanto o humano apresentava uma lesão ulcerada na região metacarpiana dorsal esquerda. Foram colhidas crostas e/ou exsudato das lesões do felino e do atendente para diagnóstico micológico, os quais foram cultivados em ágar Sabouraud dextrose acrescido de cloranfenicol e incubados a 25 e 37°C, durante 10 dias. O isolamento do S. schenckii confirmou o diagnóstico clínico de esporotricose cutânea disseminada no felino e cutânea localizada no atendente. Esta nota pretende alertar profissionais relacionados à clínica de pequenos animais quanto à existência da doença e o alto risco de transmissão pela mordedura e/ou arranhadura de animais infectados.