O “kit-covid” e o Programa Farmácia Popular do Brasil
A infecção pelo SARS-CoV-2 vem desafiando os países e seus sistemas de saúde, sendo a maior emergência de saúde pública de importância internacional já declarada. O grande número de perdas de vidas se soma às dificuldades relacionadas ao manejo da doença, ainda sem tratamento eficaz disponível. Desd...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:arca.fiocruz.br:icict/46744 |
| Acceso en línea: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/46744 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | COVID-19 SARS-CoV-2 Programa Farmácia Popular Azitromicina Cloroquina Hidroxicloroquina Ivermectina Infecções por Coronavirus 03 Saúde e Bem-Estar |
| Sumario: | A infecção pelo SARS-CoV-2 vem desafiando os países e seus sistemas de saúde, sendo a maior emergência de saúde pública de importância internacional já declarada. O grande número de perdas de vidas se soma às dificuldades relacionadas ao manejo da doença, ainda sem tratamento eficaz disponível. Desde o início da pandemia, muitos medicamentos já utilizados em outras doenças foram propostos como possibilidades terapêuticas contra COVID-19 - os chamados medicamentos "reposicionados", entre eles a cloroquina e seu derivado, a hidroxicloroquina, a ivermectina, a nitazoxanida, o remdesivir e a azitromicina. Entretanto, quase um ano após o início da pandemia, não há evidências científicas que respaldem o uso dessas substâncias na prevenção ou tratamento da COVID-19. |
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