Histopatologia da miíase cutânea e expressão de leucócitos sanguíneos em ratosreinfestados com larvas de Dermatobia hominis (Linnaeus jr., 1781) (diptera: oestridae)
Larvas de Dermatobia hominis são causadoras de zoonótica miíase cutânea demamíferos na região Neotropical, onde apresentam importância médica, além de acarretaremmaiores consequências à exploração pecuária por diminuição da produção de carne, leite edepreciação do couro dos animais. Como modelo expe...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/SAGF-8H9QP3 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/1843/SAGF-8H9QP3 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | reinfestação histopatologia Oestridae miíases leucócitos circulantes D hominis Parasitologia Dermatobia hominis Miíase Histopatologia Leucócitos Reinfestação |
| Sumario: | Larvas de Dermatobia hominis são causadoras de zoonótica miíase cutânea demamíferos na região Neotropical, onde apresentam importância médica, além de acarretaremmaiores consequências à exploração pecuária por diminuição da produção de carne, leite edepreciação do couro dos animais. Como modelo experimental desta miíase para o estudo deaspectos histopatológicos e da expressão de leucócitos circulantes, Rattus norvegicus foraminfestados com quatro larvas de D. hominis cada e após seis dias subsequentes reinfestadoscom mais quatro larvas. Nas lesões cutâneas da primoinfestação versus reinfestação foramdistintos: na primeira, o exsudato inflamatório ascendente até os 20 dias pós-infestação (dpi),sendo neutrófilos e eosinófilos mais frequentes, enquanto que na reinfestação a inflamação jáera expressiva pelas mesmas células aos 4 dias pós-reinfestação (dpr) e decrescendo a partirdos 14 dpr; a abundância de eosinófilos foi análoga tanto aos 10 dpi como aos 9 dpr; asneoformações, vascular intensa aos 15 dpi e conjuntiva aos 20 e 28dpi já foram vistas aos 9dpr; o diâmetro da área necrosada, contornando a larva, aumentou com o amadurecimentodesta forma parasitária (L3) na infestação, observação também retratada aos 14 e 22 dpr.Especificamente, as células sanguíneas que expressaram significância foram: os neutrófilos,com progressivo aumento nos 6 dpi = 0 dpr, controle (ou 0 dpi), 20 dpi = 14 dpr, 10 dpi = 4dpr, 28 dpi = 22 dpr, e 15 dpi = 9 dpr; os eosinófilos, com ascendente número nos 28 dpi = 22dpr, controle, 20 dpi = 14 dpr, 15 dpi = 9 dpr, 10 dpi = 4 dpr, 6 dpi = 0 dpr; os linfócitostotais, na sequência de magnitude nos 15 dpi = 9 dpr, 28 dpi = 22 dpr, 10 dpi = 4 dpr, 20 dpi =14 dpr, 6 dpi = 0 dpr e controle; e linfócitos grandes (ativados) na ordem crescente nos 15 dpi= 9 dpr, 20 dpi = 14 dpr, 28 dpi = 22 dpr, 10 dpi = 4 dpr, 6 dpi = 0 dpr e controle. Linfócitospequenos (não ativados) e monócitos não foram significantes em números. Os resultadospreliminares agora apresentados, envolvendo a relação D. hominis-hospedeiro, abordamnovos aspectos durante a reinfestação desta importante miíase de interesse veterinário emédico. |
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