O mito de Dafne nas esculturas de Bernini e Lily Garáfulic: desdobras ideológicas no Barroco e na Modernidade
O mito de Dafne foi retomado diversas vezes ao longo da história, porém apresentando padrões ideológicos divergentes. Enquanto na Antiguidade a ninfa representava a submissão da mulher, no Barroco, sua imagem foi associada à pureza de Maria e na Modernidade ela se tornou a figura que simboliza a ind...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufc.br:riufc/38457 |
| Acceso en línea: | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/38457 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Dafne Ideologismo |
| Sumario: | O mito de Dafne foi retomado diversas vezes ao longo da história, porém apresentando padrões ideológicos divergentes. Enquanto na Antiguidade a ninfa representava a submissão da mulher, no Barroco, sua imagem foi associada à pureza de Maria e na Modernidade ela se tornou a figura que simboliza a independência feminina. Pretende-se, no presente artigo, analisar as esculturas de Bernini (século XVII) e Garáfulic (século XX) apontando as mudanças axiológicas presentes em cada obra, a partir da comparação dialógica entre elas e o mito elaborado por Ovídio em Metamorfoses (aproximadamente século I a. C). Para isso, serão fundamentais não só os posicionamentos sobre discurso ideológico propostos por Bakhtin – em Marxismo e filosofia da linguagem, Estética da criação verbal, Problemas da poética de Dostoiévski e Questões de literatura e estética –, mas também a compreensão da importância do mito de Dafne para cada uma das épocas históricas retratadas nas obras dos três artistas. |
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