Sofrimento psíquico de mães de crianças com insuficiência renal crônica

Introdução: A insuficiência renal crônica na infância causa uma série de comprometimentos no desenvolvimento da criança, que são permeados pelas mudanças de hábitos alimentares, processos invasivos e recorrentes hospitalizações, fatores estes que acabam gerando sofrimento psíquico naquele que oferec...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: FIGUEIREDO, Ítala Suzane da Silva
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna (FHCGV)
Repositorio:Repositório Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.gasparvianna.pa.gov.br:hc/204
Acceso en línea:http://repositorio.gasparvianna.pa.gov.br/handle/hc/204
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Insuficiência renal crônica; Mães/cuidadoras; Sofrimento psíquico.
Descripción
Sumario:Introdução: A insuficiência renal crônica na infância causa uma série de comprometimentos no desenvolvimento da criança, que são permeados pelas mudanças de hábitos alimentares, processos invasivos e recorrentes hospitalizações, fatores estes que acabam gerando sofrimento psíquico naquele que oferece os cuidados primordiais a criança, a mãe. Objetivo: analisar a vivencia de mães/cuidadoras de crianças com insuficiência renal crônica, seus anseios, medos, fantasias e expectativas frente ao tratamento de hemodiálise e a possibilidade de transplante renal. Materiais e Métodos: Estudo qualitativo descritivo, tendo como metodologia para analise de dados a análise de conteúdo proposta por Bardin. A pesquisa foi composta por seis mães/cuidadoras de crianças com insuficiência renal crônica, com faixa etária entre 31 e 43 anos. Os dados foram coletados por meio de uma entrevista semiestruturada. Resultados: Os resultados apontam que as mães/cuidadoras de crianças com IRC, vivenciam sentimentos de tristeza, medo, privações, perdas, e desespero frente a nova realidade que lhes é imposta, o processo de cronicidade da criança. Conclusão: constatou-se que por se tratar de uma doença crônica, há uma especificidade no que diz respeito a ser mãe/cuidadora de criança com IRC. No decorrer desta experiência surge uma serie de consequências para estas mães, que podem ser físicas, psíquicas, emocionais ou familiares, acarretando sofrimento psíquico intenso no sujeito. Sendo assim é de suma importância que os profissionais da saúde, possam ter um olhar diferenciando a essa população.