TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR RELACIONADO AO USO ABUSIVO DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA.

Esta revisão bibliográfica apresenta a relação entre o Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) e o uso abusivo de substâncias psicoativas, além de prováveis tratamentos e formas que o cérebro encontra para reagir a essas mudanças. Aponta-se que o transtorno afetivo bipolar é um transtorno de humor com fort...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Cyrino, Luiz Arthur, Safanelli, Camila, Rodrigues, Jéssica Karolina
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUI)
Repositorio:Revista Contexto & Saúde (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistas.unijui.edu.br:article/292
Acceso en línea:https://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/contextoesaude/article/view/292
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Substâncias Psicoativas
Comorbidade
Transtorno Afetivo Bipolar.
Descripción
Sumario:Esta revisão bibliográfica apresenta a relação entre o Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) e o uso abusivo de substâncias psicoativas, além de prováveis tratamentos e formas que o cérebro encontra para reagir a essas mudanças. Aponta-se que o transtorno afetivo bipolar é um transtorno de humor com forte associação ao uso abusivo de substâncias psicoativas, como os medicamentos, as drogas e outras substâncias químicas que distorcem o funcionamento cerebral – seja causando efeito depressor ou estimulante –, alterando, assim, a cognição e o comportamento. Fatores ambientais, químicos e psicológicos podem desencadear tal transtorno e tornar o indivíduo um portador vitalício. Vários pesquisadores afirmam que se faz necessário um diagnóstico específico, através do qual se pode reconhecer uma dependência química como comorbidade do transtorno, e eles esclarecem que há casos em que o paciente não consegue lidar com a doença, procurando, então, uma saída secundária: a droga ou algum medicamento com efeitos colaterais relevantes. Assim, para se obter sucesso no tratamento, é de extrema importância que o paciente coopere com as orientações da equipe multidisciplinar, dedicando-se na busca por qualidade de vida, apesar de ser portador da doença.