Efeitos dinâmicos dos choques de oferta e demanda agregada sobre o nível de atividade econômica do Brasil
O resultado mais importante e controverso da pesquisa recente sobre ciclo real de negócios é a tese de que os impactos acumulados dos choques permanentes de oferta são responsáveis pela maior parte da flutuação no nível da atividade econômica. Neste artigo utilizamos uma versão bayesiana da metodolo...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1992 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da IPEA (RCIpea) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/2470 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/2470 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Choques de oferta Demanda agregada Atividade econômica |
| Sumario: | O resultado mais importante e controverso da pesquisa recente sobre ciclo real de negócios é a tese de que os impactos acumulados dos choques permanentes de oferta são responsáveis pela maior parte da flutuação no nível da atividade econômica. Neste artigo utilizamos uma versão bayesiana da metodologia desenvolvida em Blanchard e Quah (1989) para investigar se o ciclo de negócio no Brasil pode ser interpretado como resultante, principalmente de choques permanentes de oferta. Nós, como Blanchard e Quah, interpretamos as flutuações no PIB e no desemprego com sendo causadas por dois tipos de choques: um, que tem impacto permanente na produção, e outro, que não apresenta efeito permanente. O primeiro é interpretado como um choque de oferta e o segundo com um choque de demanda. Utilizando dados trimestrais de 82.3 a 90.1, nossos principais resultados são: as estimativas dos choques de oferta corroboram a visão de que uma fração substancial das flutuações da produção no Brasil podem ser atribuídas a choques de oferta; e há também evidências de que os choques de demanda são importantes para explicar flutuações na taxa de desemprego. |
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