Comunicação de risco versus comunicação de crise na saúde pública: o discurso das autoridades diante de uma epidemia de dengue
Este artigo busca analisar os discursos, veiculados pela imprensa, das autoridades sanitárias e políticas sobre a primeira epidemia de dengue em Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil, em 1990, com o propósito de verificar a predominância ou não do uso da comunicação de crise. Foi feita uma pesquisa qual...
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) |
| Repositório: | Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:arca.fiocruz.br:icict/17002 |
| Acesso em linha: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/17002 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Comunicação de crise Comunicação de risco Teoria das representações sociais Discurso do sujeito coletivo Comunicação em Saúde Dengue Epidemia Comunicación de crisis Comunicación de riesgos Teoría de las representaciones sociales Discurso del sujeto colectivo Comunicación en salud 03 Saúde e Bem-Estar |
| Resumo: | Este artigo busca analisar os discursos, veiculados pela imprensa, das autoridades sanitárias e políticas sobre a primeira epidemia de dengue em Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil, em 1990, com o propósito de verificar a predominância ou não do uso da comunicação de crise. Foi feita uma pesquisa qualitativa embasada na teoria das representações sociais.e foram resgatadas 126 notícias de jornais e revistas sobre a epidemia em questão utilizando o método intitulado discurso do sujeito coletivo. A mídia desviou a atenção dos leitores para os embates políticos, e não para questões relativas ao binômio epidemiologia/saúde. Mesmo que o conteúdo informacional culpasse tanto o governo quanto a população, os leitores assumiram uma postura de passividade diante da situação. A grande mídia tem o poder de influenciar o cotidiano das pessoas e suas atuações políticas. Ela se apresenta como espaço de poder, com força na disputa pela hegemonia e na constituição da opinião pública sobre questões de saúde. |
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