Família Cirolanidae Dana, 1852 (Crustacea, Isopoda) do norte e nordeste do Brasil
Cirolanidae é a segunda maior família dentre os Isopoda marinhos (excetuando-se na região abissal), sendo inferior apenas a Sphaeromatidae. Seus representantes são encontrados no médio litoral e em profundidades do sublitoral, em diversos substratos praias arenosas, manguezais, madeira morta, costõe...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/12208 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12208 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Oceanografia Taxonomia Isopoda (Crustacea: Peracarida) Cirolanidae Expedicões Oceanográficas |
| Sumario: | Cirolanidae é a segunda maior família dentre os Isopoda marinhos (excetuando-se na região abissal), sendo inferior apenas a Sphaeromatidae. Seus representantes são encontrados no médio litoral e em profundidades do sublitoral, em diversos substratos praias arenosas, manguezais, madeira morta, costões rochosos, fazendo parte do talude continental. Apresenta também uma biodiversidade considerável e dentro da cadeia trófica tem um papel fundamental, servindo de presa para o nectobentos, como predadores de invertebrados e constitui em um dos principais comedores de restos de cadáveres. O objetivo deste trabalho foi fazer uma revisão taxonômica da família Cirolanidae no Nordeste do Brasil, registrando novas ocorrências para a área de estudo, enfocando alguns aspectos ecológicos, além de comentários sobre a distribuição geográfica das espécies estudadas. Foi examinado o material depositado nas coleções de carcinologia do Museu de Oceanografia da Universidade Federal de Pernambuco, Museu Nacional do Rio de Janeiro e Universidade Estadual de Santa Cruz. Os exemplares estudados foram dissecados e desenhados com auxílio de microscópio e estereomicroscópio com câmara clara acoplada. Os exemplares foram corados em Negro de clorazol e suas peças montadas em lâminas semi-permanentes com gelatina glicerinada. Os desenhos digitais foram confeccionados no programa gráfico Corel Draw®. Foram encontradas doze espécies distribuídas em seis gêneros, sendo duas do gênero Bathynomus (B. giganteus e B. miyarei), três de Cirolana (Cirolana (Anopsilana) browni, C. (A.) jonesi e C. parva), uma de Eurydice, Excirolana, Natatolana e Politolana (E. littoralis, E. latipes, N. gracilis e P. impressa, respectivamente). Além dessas, foram registradas três espécies novas para ciência: Cirolana sp.nov. sp, anteriormente registrada para o Brasil como Cirolana palifrons, Metacirolana sp. nov. A e Metacirolana sp. nov. B. Dentre as espécies estudadas, B. miyarei, Cirolana nov. sp, Metacirolana sp. nov. A e Metacirolana sp. nov. B até o momento são endêmicas para o Brasil |
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