O vir-a-ser de bebês prematuros : uma travessia da UTI-Neonatal até a casa

Este estudo retrata, através de relatos e observações clínicas, as possibilidades do vir-aser sujeito de bebês prematuros que iniciaram suas vidas no contexto de internação em UTINeonatal. Além disso, considera as possíveis implicações desta experiência para bebês, pais e mães a partir do acompanham...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Giguer, Fabiana Faria
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/207730
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/207730
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Prematuro
Psicanálise
Bebê
Prematurity
Babies
Neonatal ICU
IRDI
Winnicott
Clinical devices
Descripción
Sumario:Este estudo retrata, através de relatos e observações clínicas, as possibilidades do vir-aser sujeito de bebês prematuros que iniciaram suas vidas no contexto de internação em UTINeonatal. Além disso, considera as possíveis implicações desta experiência para bebês, pais e mães a partir do acompanhamento psicológico durante a internação e nos momentos mais iniciais após a alta hospitalar. Utilizou-se a metodologia IRDI como operador de leitura do encontro entre as mães e bebês. Também foram utilizados diários clínicos considerando as singularidades observadas em cada atendimento. O estudo se apoiou nos pressupostos de Donald Winnicott para o testemunho e a escuta da pesquisadora em relação à travessia das mães e bebês e suas experiências. As etapas desta pesquisa ocorreram em dois momentos: I) Acompanhamento das mães e bebês durante a internação do recém-nascido na UTI-Neonatal de um hospital geral de Porto Alegre e II) Acompanhamento em casa, através de visitas domiciliares. Participaram deste estudo duas mães com seus bebês, sendo que uma delas teve bebês gêmeos. Observou-se que a experiência de internação do recém-nascido no contexto da prematuridade representou vivências de (des) continuidade para os bebês e mães. Além disso, o processo da travessia para casa representou um acento na sustentação corporal (e psíquica) dos bebês por suas mães. Sendo assim, o acompanhamento durante a internação e após a alta parece ter sido importante no que concerne ao vir-a-ser dos recém-nascidos.