Níveis da quimiocina RANTES na placenta, plasma materno e plasma do cordão umbilical em gestantes normais e com síndrome de pré-eclâmpsia

Objetivo: O objetivo deste trabalho foi estimar os níveis de RANTES na placenta e nos plasmas materno e do cordão umbilical na síndrome de pré-eclâmpsia e gestação normal. Métodos: Estudo transversal e observacional estimou os níveis de RANTES na placenta e nos plasmas materno e do cordão umbilical...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Silveira, Ilson Dias da
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:tede2.pucrs.br:tede/1706
Acceso en línea:http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/1706
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:MEDICINA
PLACENTA
PLASMA
CITOCINAS
PRÉ-ECLÂMPSIA
GESTAÇÃO
CORDÃO UMBILICAL
MARCADORES BIOLÓGICOS
CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA
Descripción
Sumario:Objetivo: O objetivo deste trabalho foi estimar os níveis de RANTES na placenta e nos plasmas materno e do cordão umbilical na síndrome de pré-eclâmpsia e gestação normal. Métodos: Estudo transversal e observacional estimou os níveis de RANTES na placenta e nos plasmas materno e do cordão umbilical na síndrome de pré-eclâmpsia (n=33) comparando com um grupo controle de gestantes normais (n=36) atendidas no Hospital São Lucas/PUCRS, Porto Alegre, RS, Brasil. As concentrações de RANTES foram verificadas através do método de enzima imuno ensaio (ELISA) específico para humanos. Resultados: Mulheres com síndrome de pré-eclâmpsia apresentaram níveis significativamente maiores de RANTES no plasma e placenta quando comparadas a gestantes normais (P<0,01). O plasma do cordão umbilical de recém-nascidos de gestantes com pré-eclâmpsia mostraram níveis de RANTES significativamente menores que o plasma do cordão umbilical de recém-nascidos de gestantes normais (P<0,01). A concentração de RANTES placentário correlacionou-se positivamente com a concentração de RANTES no plasma materno (r= 0,697; P<0,001) e negativamente com o plasma do cordão umbilical (r= - 0,818; P< 0,001). Forte correlação negativa na concentração de RANTES foi demonstrada entre plasma materno e plasma do cordão umbilical (r= - 0,751; P<0,001). Conclusão: Este estudo mostra uma resposta inflamatória distinta entre a mãe e o recém-nascido em ambas as condições, gestação normal e síndrome de pré-eclâmpsia. A placenta e o plasma materno demonstraram uma concentração da citocina inflamatória RANTES aumentada na síndrome de pré-eclâmpsia, entretanto, no plasma do cordão umbilical dos recém-nascidos dessas gestantes estava reduzida, sugerindo uma resposta fetal anti-inflamatória.