Comportamento agudo da glicemia após sessão cardiorrespiratória com 60% da potência aeróbia máxima

Objetivo do presente estudo foi verificar a comportamento da glicemia após um exercício cardiorrespiratório com volume de 50 minutos e intensidade de60% da PAM. Materiais e Métodos:participaram do estudo, 11 indivíduos, 6 homens e 5 mulheres com idade média 31 +7 anos, com peso médio 70 +14 kg e alt...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Abreu, José Moura, Cintra, Carlos, Navarro, Francisco
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Instituto Brasileiro de Ensino e Pesquisa em Fisiologia do Exercício (IBPEFEX)
Repositorio:Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.rbpfex.com.br:article/805
Acceso en línea:https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/805
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Obesity
Glycemia
Exercise
Liver glucose
Obesidad
Glicemia
Ejercicio
Glucosa en el higado
Obesità
Esercizio
Glucosio epatico
Obesidade
Glicemia sanguínea
Exercício
Glicose hepática
Descripción
Sumario:Objetivo do presente estudo foi verificar a comportamento da glicemia após um exercício cardiorrespiratório com volume de 50 minutos e intensidade de60% da PAM. Materiais e Métodos:participaram do estudo, 11 indivíduos, 6 homens e 5 mulheres com idade média 31 +7 anos, com peso médio 70 +14 kg e altura média 167 +11 em cm. A glicemia foi verificada pré, pós e 20 minutos após a sessão de exercício cardiorrespiratório com volume de 50 minutos e intensidade de60% da PAM.Resultados:Não foi observada nenhuma alteração na glicose sanguínea,em comparações entre pré e pós (p <0,05), pré e pós de 20 minutos (p <0,05) e pós e pós 20 minutos (p <0,05). Discussão:Uma das limitações do estudo foi não realizar um controle da alimentação, porém isto parece não ter influenciado, observando que a glicemia ficou dentro de valores normais em jejum. Diversos estudos mostram que o exercício com intensidade baixa ou moderada a glicemia de mantém dentro de níveis euglicemicos, pois ocorre um aumento da produção de glicose hepática, este aumento chega a dobrar, sendo que para exercícios intensos a produção de glicose hepática aumenta cerca de 300%. Apesar da glicemia não ter diminuído, o exercício é de extrema importância para o aumento de da sensibilidade a insulina, prevenindo doenças associadas a obesidade. Com isso concluímos que a glicemia sanguínea não diminui no exercício de intensidade 60% da PAM e volume de 50 minutos.