A primazia do corpo próprio: posição e crítica da função simbólica nos primeiros trabalhos de Merleau-Ponty
Nossa experiência do mundo é indissociável do fato de que estamos nele por nosso corpo. Como compreender a intenção racional, a visada comum e objetiva que marca a existência humana, à luz da primazia do corpo próprio no mundo da percepção? Esse é um dos principais problemas que animam a filosofia d...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | libro |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/113717 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/113717 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Merleau-Ponty, Maurice, 1908-1961 - Crítica e interpretação Filosofia francesa Psicologia - Filosofia Fenomenologia |
| Sumario: | Nossa experiência do mundo é indissociável do fato de que estamos nele por nosso corpo. Como compreender a intenção racional, a visada comum e objetiva que marca a existência humana, à luz da primazia do corpo próprio no mundo da percepção? Esse é um dos principais problemas que animam a filosofia de Merleau-Ponty. Neste livro, voltamo-nos a essa questão a partir da discussão das articulações e torções teóricas realizadas pelo filósofo em torno da noção de função simbólica, advinda da neuropsiquiatria do início do século XX. Da apropriação da semântica do símbolo no primeiro trabalho do filósofo, A estrutura do comportamento, à sua retomada crítica na Fenomenologia da percepção, em vez da “desordem interior” passível de determinar o processo de construção de um pensamento, o que encontramos são certos aspectos de uma vida filosófica devotada a “reaprender a ver o mundo”. |
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