A INFLUÊNCIA DA ARBORIZAÇÃO NA MODIFICAÇÃO MICROCLIMÁTICA EM CIDADES DE PEQUENO PORTE: UM ESTUDO DE CASO APLICADO AO SEMIÁRIDO BRASILEIRO

A urbanização e a industrialização aceleradas é uma problemática nos dias atuais na condição térmica de cidades do semiárido brasileiro, como Caicó/RN, e que pode piorar no futuro se as temperaturas do ar aumentarem devido ao aquecimento em todo o planeta, segundo as constatações do IPCC (IPCC, 2019...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: da Silva, Geronio Inacio, Lucena, Rebecca Luna, Cabral Júnior, Jorio Bezerra, Flor de Souza, Sara Fernandes
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Roraima (UFRR)
Repositorio:Revista geográfica acadêmica
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:oai.revista.ufrr.br:article/6191
Acceso en línea:https://revista.ufrr.br/rga/article/view/6191
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:arborização
Caicó/RN
microclima
temperatura
umidade relativa.
Descripción
Sumario:A urbanização e a industrialização aceleradas é uma problemática nos dias atuais na condição térmica de cidades do semiárido brasileiro, como Caicó/RN, e que pode piorar no futuro se as temperaturas do ar aumentarem devido ao aquecimento em todo o planeta, segundo as constatações do IPCC (IPCC, 2019), proporcionando ameaças à qualidade de vida da população. Diante dessa problemática, o objetivo desta pesquisa foi analisar a influência da arborização na cidade de Caicó, através da temperatura e umidade relativa do ar, comparando duas áreas: uma com arborização densa e outra pouco arborizada. Desse modo, utilizaram-se equipamentos termohigrômetros que registraram dados horários de temperatura e umidade relativa do ar durante o período de maio a junho de 2016. A partir dessas variáveis, avaliou-se a sensação térmica nos dois pontos através dos índices de conforto térmico humano: Índices de desconforto (ID) e o Índice de temperatura e Umidade (ITU). Através dos resultados apresentados, corroboramos com Monteiro (1976) e Mendonça e Monteiro (2003) quando afirmam que a cidade gera um clima próprio (clima urbano), resultante da interferência de todos os fatores que se processam sobre a camada limite urbana e que agem no sentido de alterar o clima em escala local. Por menor que seja a cidade, é possível detectar mudanças no campo higrotérmico, como pudemos constatar em Caicó/RN.