Horizontalidade e verticalidade: dois modelos de improvisação no choro brasileiro
O objetivo deste trabalho, de cunho essencialmente musicológico, é analisar comparativamente dois estilos de improvisação no choro brasileiro. Para este estudo foram escolhidos dois importantes nomes da música popular brasileira: Pixinguinha e K-Ximbinho. Com base nos conceitos propostos por George...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-25102010-170951 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27158/tde-25102010-170951/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Choro Improvisação K-Ximbinho Música Popular Brasileira Pixinguinha |
| Sumario: | O objetivo deste trabalho, de cunho essencialmente musicológico, é analisar comparativamente dois estilos de improvisação no choro brasileiro. Para este estudo foram escolhidos dois importantes nomes da música popular brasileira: Pixinguinha e K-Ximbinho. Com base nos conceitos propostos por George Russell sobre abordagem horizontal e vertical, caracterizamos os respectivos estilos e investigamos os diferentes caminhos percorridos por eles a fim de determinar as abordagens que cada um deles privilegia. Esta pesquisa apresenta ainda um sentido pedagógico, pois pretende estimular professores e estudantes de improvisação a pensar de maneira criativa as estruturas musicais, ao identificar dois modelos que podem ser utilizados como ferramentas de estudo para o desenvolvimento deste procedimento. |
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