DIALÉTICA, UTOPIA E ALTERNATIVAS: O MOVIMENTO ESTUDANTIL E OS “NOVOS SUJEITOS REVOLUCIONÁRIOS” EM HERBERT MARCUSE

O presente artigo apresenta o pensamento do filósofo alemão Herbert Marcuse acerca das crises das utopias em meados do Século XX e a formulação de alternativas. Partindo da dialética hegeliana, Marcuse compreende uma situação de fechamento das alternativas e parte por semear novas possibilidades a p...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Almada, Pablo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Goiás (UFG)
Repositorio:Revista de Teoria da História
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistas.ufg.br:article/39251
Acceso en línea:https://revistas.ufg.br/teoria/article/view/39251
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Movimento Estudantil
Utopia
Nova Esquerda
Herbert Marcuse
Emancipação Social.
Descripción
Sumario:O presente artigo apresenta o pensamento do filósofo alemão Herbert Marcuse acerca das crises das utopias em meados do Século XX e a formulação de alternativas. Partindo da dialética hegeliana, Marcuse compreende uma situação de fechamento das alternativas e parte por semear novas possibilidades a partir dos levantes estudantis. Suas considerações sobre o movimento estudantil tornam-se centrais nesse aspecto, pois é a partir dele que Marcuse compõe um importante caminho para a definição dos “novos sujeitos revolucionários”, que oscilam entre o fechamento das alternativas políticas e a emancipação artística, entre a utopia a e realidade. Ao fim, avalia-se a emergência da nova esquerda como alternativa política a partir de sua composição heterogênea e o amplo uso da imaginação para a criação de novas perspectivas de emancipação social.