Correlação dos desvios posturais com dores músculoesqueléticas
O desgaste sofrido pelo corpo, devido às atividades da vida diária, pode ser agravado por posturas inadequadas, pois desvios na postura anatômica tensionam tecidos moles e sobrecarregam estruturas esqueléticas. A má postura pode resultar em dor e vice-versa. O objetivo deste trabalho foi, mediante c...
| Autores: | , , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/20473 |
| Acesso em linha: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/20473 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Dor músculo-esquelética. Desvios posturais. |
| Resumo: | O desgaste sofrido pelo corpo, devido às atividades da vida diária, pode ser agravado por posturas inadequadas, pois desvios na postura anatômica tensionam tecidos moles e sobrecarregam estruturas esqueléticas. A má postura pode resultar em dor e vice-versa. O objetivo deste trabalho foi, mediante corte transversal, correlacionar dores músculoesqueléticas e alterações posturais em amostra composta por funcionários e acadêmicos de uma faculdade de Fisioterapia em Salvador-BA, de ambos sexos, entre 20 e 50 anos e com dor músculo-esquelética. Os participantes preencheram um questionário e foram fotografados com a câmara digital para a tomada das imagens nas vistas lateral esquerda, posterior e anterior. Para a análise dos resultados, utilizaram-se os testes estatísticos Pearson chi-square e Likelihood ratio chi-square, para verificação da associação entre as dores mais prevalentes e as alterações posturais dos locais próximos às dores analisadas. A amostra foi composta de 54 pessoas, sendo que 58% nunca realizaram tratamento para dor, 83,3% apresentou cabeça anteriorizada, 68,5% hiperlordose e 66,6% anteversão pélvica. Os locais mais prevalentes de dor foram coluna lombar (39,7%), cervical (12,2%) e torácica (12,2%). No grupo com dor lombar (p=0,98), observouse semelhança nos desvios posturais considerados; no grupo com dor torácica (p=0,92), encontraram-se mais pessoas com desvios posturais nas regiões lombar e torácica; e no grupo com dor cervical (p=0,69), a maioria de pessoas possuía desvios na região torácica e na inclinação da cabeça. O estudo demonstrou não existir associação de alterações posturais com dor músculo-esquelética na população estudada. |
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