“Acima da América está o sangue”: a eugenia nos escritos de Monteiro Lobato
Este artigo procura discutir algumas das passagens dispostas nos escritos de Monteiro Lobato que dialogam com posturas eugenistas. Para tanto, observamos mais de perto dois de seus textos: “O presidente negro” (1926) e “América” (1932). Veem-se reflexos dessas posições em cartas trocadas com Renato...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Revista Maracanan (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/54221 |
| Acceso en línea: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/maracanan/article/view/54221 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | ciência identidade eugenia Monteiro Lobato |
| Sumario: | Este artigo procura discutir algumas das passagens dispostas nos escritos de Monteiro Lobato que dialogam com posturas eugenistas. Para tanto, observamos mais de perto dois de seus textos: “O presidente negro” (1926) e “América” (1932). Veem-se reflexos dessas posições em cartas trocadas com Renato Kehl e Artur Neiva. As análises indicam a presença de concepções eugenistas ora associadas a uma perspectiva mais radical, ora mais próximas das práticas sanitaristas, à época em voga no Brasil. Em sua busca por levar o país ao progresso, o autor articulou perspectivas cientificistas comuns em seu tempo. É nesse sentido que procuramos fazer uma reflexão crítica sobre a circulação de ideias eugenistas e a construção do projeto de identidade nacional lobatiano. |
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