A percepção de docentes acerca do inglês como língua franca e intersecção com identidade de gênero no livro didático
A presente pesquisa foi realizada com quatro docentes de Língua Inglesa de um curso de línguas estrangeiras para a comunidade oferecido pela UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa). Os objetivos foram: entender o queesses/as professores/as entendem sobre o Inglês como língua franca (ILF), anali...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UEPG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede2.uepg.br:prefix/2774 |
| Acceso en línea: | http://tede2.uepg.br/jspui/handle/prefix/2774 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES Inglês língua franca Identidade de gênero Livro didático English lingua franca Gender identity Textbook |
| Sumario: | A presente pesquisa foi realizada com quatro docentes de Língua Inglesa de um curso de línguas estrangeiras para a comunidade oferecido pela UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa). Os objetivos foram: entender o queesses/as professores/as entendem sobre o Inglês como língua franca (ILF), analisar de que maneira eles/as enxergam a representação de pessoas que não são falantes nativas no livro didático (LD) que eles/as utilizam e compreender como os/as docentes entendem as intersecções entre identidade de gênero e falantes de Inglês no LD. E para isso, busquei responder três perguntas de pesquisa, que foram: qual a percepção dos/as professores/as sobre o ILF? Como eles/as percebem as identidades de pessoas não nativas no LD? E como podem ser entendidas as intersecções entre identidade de gênero e falantes de Inglês presentes no LD na visão dos/as docentes? O referencial teórico sobre ILF se pautou nos estudos de Jenkins (2014) e Gimenez (2015), e para os estudos de identidade de gênero, utilizei as pesquisas de Auad (2003) e Louro (2008). Além disso, também trouxe estudos sobre identidade docente de Língua Inglesa (BOHN, 2005) e reflexões sobre identidades interseccionadas (SHIELDS, 2008), sendo uma pesquisa qualitativa e do tipo etnográfica. Os instrumentos utilizados para a geração de dados foram: análise de narrativas (CLANDININ; CONNELLY, 2015), entrevista de grupo focal (GATTI, 2005) e análise de livro didático. Os resultados mostram que os/as professores/as têm um bom entendimento sobre o ILF, mas que programas de extensão contribuíram para essa visão. Também foi possível concluir que a representação de pessoas não nativas no LD é muito pequena, conforme também os/as docentes afirmam. Quando pensamos de forma interseccional, percebemos que a mulher não nativa aparece ainda com menor frequência do que os homens não nativos. Além de também aparecerem menos que as mulheres nativas. Considerando a limitação dessa pesquisa, sugiro que outros trabalhos nesse sentido possam ser realizados. |
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