A governança eletrônica: análise de uma instituição federal da região norte / Electronic governance: analysis of a federal institution in the northern region

Uma das novas tendências da administração pública tem sido a governança que associada ao governo eletrônico, proporciona melhor eficiência da gestão das organizações públicas. Sendo assim, este texto busca analisar a governança eletrônica do Instituto Federal de Rondônia (IFRO), por meio do seu port...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Silva, Nathália Sobral Guedes da, Matos, Gleimiria Batista da Costa
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Physis (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/42630
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJB/article/view/42630
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Governança Eletrônica
Governo Eletrônico
Participação cidadã.
Descripción
Sumario:Uma das novas tendências da administração pública tem sido a governança que associada ao governo eletrônico, proporciona melhor eficiência da gestão das organizações públicas. Sendo assim, este texto busca analisar a governança eletrônica do Instituto Federal de Rondônia (IFRO), por meio do seu portal eletrônico, avaliando práticas de conteúdo, de serviço, de participação cidadã, de privacidade e segurança, e, de usabilidade e acessibilidade. Trata-se de um recorte da pesquisa de mestrado intitulada “Governança eletrônica: uma análise do portal institucional do Instituto Federal de Rondônia”. É um texto qualitativo de um estudo de caso. A partir da análise foi possível identificar as lacunas existentes no portal com o intuito de indicar pontos de melhoria à instituição, sendo eles a ausência de determinadas informações; à desatualização dos dados setoriais e orçamentários, além dos calendários acadêmicos; à desorganização devido a conteúdos dispersos; à ausência de padronização quanto aos meios de comunicação com o usuário; à falta de integração entre os conteúdos; à limitação de conteúdo atrelado somente ao IFRO; à ausência de transparência quanto às políticas de segurança e privacidade; e, às poucas práticas de participação popular, não tendo, por exemplo, boletins informativos e pesquisa de satisfação quanto aos serviços e eventos em geral.