DIREITOS HUMANOS: UM MÍNIMO ÉTICO PARA A CONSTRUÇÃO DO COSMOPOLITISMO JURÍDICO

Os conflitos que surgem de uma sociedade global e policontextural demandam uma ressignificação do cosmopolitismo. Isso porque, com a globalização, surge violações aos direitos humanos, que desafiam novas práticas de cidadania, que alcance todos os cidadãos do mundo. Assim, urge a análise de um novo...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Paz, Emmanuele Todero Von Onçay, Meleu, Marcelino da Silva
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Conselho Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Direito (CONPEDI)
Repositorio:Revista de Direitos Humanos e Efetividade
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.indexlaw.org:article/4381
Acceso en línea:http://www.indexlaw.org/index.php/revistadhe/article/view/4381
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Direitos Humanos; Cidadania; Cosmopolitismo Jurídico; Globalização; Policontexturalidade.
Descripción
Sumario:Os conflitos que surgem de uma sociedade global e policontextural demandam uma ressignificação do cosmopolitismo. Isso porque, com a globalização, surge violações aos direitos humanos, que desafiam novas práticas de cidadania, que alcance todos os cidadãos do mundo. Assim, urge a análise de um novo espaço para a concretização dos direitos humanos, a partir de um mínimo ético para o desenvolvimento das relações sociais. Tal espaço, se constitui por um cosmopolitismo jurídico, que combata a aporofobia e reforce a solidariedade entre os povos. O presente estudo, utiliza o método sistêmico, preconizado por Niklas Luhmann, que não é indutivo nem dedutivo.