Estimativas da variação de produtividade superficial na porção central da Bacia de Santos desde o último período glacial com base na associação de cocolitoforídeos

Neste trabalho, a partir de um testemunho coletado na Bacia de Santos, foi realizada a análise quantitativa de espécies de cocolitoforídeos com o intuito de estimar a variação da paleoprodutividade primaria superficial marinha e relacioná-la com a variação elementos maiores (Ti, Fe, Ca, Al e K) para...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Hirama, Marcus Vinicius
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-17012019-154253
Acesso em linha:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/21/21136/tde-17012019-154253/
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Bacia de Santos
Cocolithophores
Cocolitoforídeos
Elementos Maiores
Glacial
Interglacial
Major Elements
Nanofósseis
Nanofossils
Paleoprodutividade Primária
Primary Paleoproductivity
Santos Basin
Descrição
Resumo:Neste trabalho, a partir de um testemunho coletado na Bacia de Santos, foi realizada a análise quantitativa de espécies de cocolitoforídeos com o intuito de estimar a variação da paleoprodutividade primaria superficial marinha e relacioná-la com a variação elementos maiores (Ti, Fe, Ca, Al e K) para os últimos 35 mil anos. A paleoprodutividade apresentou relação com elementos maiores em períodos de nível do mar baixo com altas e baixas pluviosidade e pareceu não apresentar relação a partir da última transgressão marinha. Adicionalmente buscou-se identificar as associações de cocolitoforídeos para os estágios isotópicos marinhos 1, 2 e 3. Foram observadas duas associações de espécies: uma com maiores abundâncias relativas durante o Glacial e outra no Interglacial. Por último procurou-se relacionar as variações das espécies de cocolitoforídeos aos eventos climáticos Younger Dryas e Heinrich 1, 2 e 3, porém os táxons não apresentaram padrão de variação em suas abundâncias durante estes eventos.