Guimarães Rosa no espelho de Machado, Flaubert e cia.

A originalidade e a especificidade da obra de J. G. Rosa residem em sua capacidade de dialogar com culturas e formas de expressão muito diversas. Esse diálogo não nivela as diferenças sociais e políticas, religiosas e nacionais, estéticas e éticas, porém lhes confere tensão dramática e permite vê-la...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Rosenfield, Kathrin Holzermayr Lerrer
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2002
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/185184
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10183/185184
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Assis, Machado de, 1839-1908
Rosa, João Guimarães, 1908-1967. O espelho : Crítica e interpretação
Descrição
Resumo:A originalidade e a especificidade da obra de J. G. Rosa residem em sua capacidade de dialogar com culturas e formas de expressão muito diversas. Esse diálogo não nivela as diferenças sociais e políticas, religiosas e nacionais, estéticas e éticas, porém lhes confere tensão dramática e permite vê-las em perspectivas inusitadas. Analisaremos alguns desses eixos a partir da análise de “O Espelho”, conto que visa, para além do diálogo com Machado de Assis, uma reflexão sobre o realismo e o idealismo na literatura. Rosa inscreve sutilmente sua reflexão poética na tradição de Flaubert e Dostoiévski, de Goethe e Musil.