“Com Machado de Assis vou de mão dada”: sobre a cidade do Rio de Janeiro no ‘Breviário do Brasil’, de Agustina Bessa-Luís
O artigo pretende analisar algumas passagens sobre a cidade do Rio de Janeiro no livro de Agustina Bessa-Luís, Breviário do Brasil (2016). A hipótese central reside no fato de a obra começar e terminar na cidade, oferecendo como um dos guias principais Machado de Assis. No entanto, pretendemos discu...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Real Gabinete Português de Leitura (RGPL) |
| Repositorio: | Convergência Lusíada (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.convergencia.emnuvens.com.br:article/366 |
| Acceso en línea: | https://www.convergencialusiada.com.br/rcl/article/view/366 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Literatura Portuguesa Agustina Bessa-Luís Rio de Janeiro. |
| Sumario: | O artigo pretende analisar algumas passagens sobre a cidade do Rio de Janeiro no livro de Agustina Bessa-Luís, Breviário do Brasil (2016). A hipótese central reside no fato de a obra começar e terminar na cidade, oferecendo como um dos guias principais Machado de Assis. No entanto, pretendemos discutir qual é a definição à qual a escritora chega, bem próxima de um lugar de contradições e, igualmente, de uma espécie de metonímia do Brasil. Agustina Bessa-Luís compreende o país como um conjunto de contrastes que forma uma cultura de natureza trágica, mas que desenvolve a imagem da força. Nesse sentido, a proposta tem três breves movimentos. O primeiro, pretende anunciar algumas estratégias de escrita do livro. Em seguida, como essas formulações são importantes na construção de uma cidade que se confunde com a representação, segundo Agustina, de Machado. Por fim, parece interessante notar que a uma das principais características será uma cidade formada por contrariedades de difícil compreensão. |
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