MULHER-MÁQUINA-ANDROIDE-PUTA: FIGURAS FEMININAS NO UNIVERSO BLADE RUNNER
Este artigo pretende analisar as personagens femininas do universo Blade Runner: a novela Androides sonham com ovelhas elétricas? (Do Androids Dream of Electric Sheep?, 1968), de Philip K Dick quanto os longas-metragens Blade Runner, o caçador de androides (Blade Runner, 1982), de Ridley Scott e Bla...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Abusões |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/57926 |
| Acceso en línea: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/abusoes/article/view/57926 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Teoria do cinema Blade Runner Feminismo Gênero Ciborgue |
| Sumario: | Este artigo pretende analisar as personagens femininas do universo Blade Runner: a novela Androides sonham com ovelhas elétricas? (Do Androids Dream of Electric Sheep?, 1968), de Philip K Dick quanto os longas-metragens Blade Runner, o caçador de androides (Blade Runner, 1982), de Ridley Scott e Blade Runner 2049 (2017), de Denis Villeneuve. Para isso, serão utilizadas as teorias de Teresa de Lauretis, que pensa a construção social de gênero como fruto de uma tecnologia, e Donna J. Haraway, que nega as dicotomias entre mente e animal e humano, orgânico e máquina, público e privado, natureza e cultura, homem e mulher e, no lugar delas, defende o hibridismo representado pelo corpo ciborgue. Assim, percorremos a ficção científica e a teoria feminista contemporânea para perceber como feminismo e tecnologia possuem, mais do que pontos de contato, afinidades constitutivas. |
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