Teores foliares de silício, taninos e lignina, em Maytenus ilicifolia Martius ex Reiss. (espinheira-santa), em função de variáveis ambientais e genéticas
A espécie medicinal Maytenus ilicifolia, localiza-se naturalmente sob diferentes condições edafo-climáticas. Este fato implica em prováveis mecanismos de adaptação das populações naturais, cujas características químicas podem, ou não, estar fixadas geneticamente. A identificação da variabilidade fen...
| Author: | |
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| Format: | doctoral thesis |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2006 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repository: | Repositório Institucional da UNESP |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/103251 |
| Online Access: | https://hdl.handle.net/11449/103251 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Espinheira santa Plantas medicinais Fenóis Lignina Silicio Maytenus Phenols Lignin Silicon Medicinal plants |
| Summary: | A espécie medicinal Maytenus ilicifolia, localiza-se naturalmente sob diferentes condições edafo-climáticas. Este fato implica em prováveis mecanismos de adaptação das populações naturais, cujas características químicas podem, ou não, estar fixadas geneticamente. A identificação da variabilidade fenotípica da espécie permite viabilizar práticas de manejo visando a produção de fitoterápicos com qualidade organoléptica, nutricional e terapêutica. Para identificar a influência do ambiente na composição fitoquímica de M. ilicifolia foram efetuados três estudos, o primeiro em quatro populações naturais distribuídas no Estado do Paraná, o segundo em um banco de germoplasma, e o terceiro em uma unidade de cultivo experimental onde foi conduzido um ensaio de fertilização baseado na aplicação de diferentes doses de um resíduo de siderurgia rico em Si. Foram avaliados os teores foliares de N, P, K, Ca, Mg, Fe, Mn, Cu, Zn, Si, Al, lignina, fenóis totais, fenóis não tanantes e taninos. Nas populações naturais também foi determinada a massa específica foliar. No banco de germoplasma, em função da elevada diversidade morfológica, foi efetuada a classificação dos indivíduos em morfotipos, tendo sido identificados nove morfotipos foliares, os quais apresentaram relação com alguns dos ambientes de origem das populações. Os estudos efetuados indicam que é possível efetuar o controle de compostos fenólicos presentes em M. ilicifolia, seja através do manejo de luz, interferindo tanto na síntese de lignina quanto dos taninos, seja por meio da aplicação de Si e Ca, regulando principalmente a síntese de fenóis totais e taninos. |
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