Previsão de cheias com modelos simplificados do processo chuva-vazão

Os danos causados pelas enchentes podem ser reduzidos através de duas linhas básicas de ações. Uma é através das obras estruturais e a outra pelas medidas não-estruturais. As obras estruturais nem sempre conseguem controlar totalmente as inundações, por isso, a população que corre o risco de ser ati...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Cordero, Ademar
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1988
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/206749
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/206749
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Previsao de cheias
Previsão hidrológica
Vazão
Modelos matemáticos
Relacoes chuva escoamento
Itajaí-Açu, Rio (SC)
Descripción
Sumario:Os danos causados pelas enchentes podem ser reduzidos através de duas linhas básicas de ações. Uma é através das obras estruturais e a outra pelas medidas não-estruturais. As obras estruturais nem sempre conseguem controlar totalmente as inundações, por isso, a população que corre o risco de ser atingida pelas águas deve aprender a conviver com as enchentes. Para isso, é necessário estabelecer um mecanismo de alerta durante as cheias, que permitam avisar a comunidade o nivel que o rio atingirá, e o momento em que ele vai ocorrer. Isto é possível, através de modelos hidrológicos de previsão de cheia em tempo atual. Um modelo precipitação-vazão para previsão de cheia em tempo atual, baseado no hidrograma unitário (MOPHU), foi aplicado para uma bacia de cabeceira. As previsões foram feitas a partir da chuva efetiva, pela convolução do hidrograma unitário. A chuva efetiva foi determinada deduzindo da chuva total as perdas, e estas, foram determinadas recursivamente através do método índice-Ø. A chuva considerada na previsão foi a que caiu até o momento da previsão, deste momento em diante ela foi considerada nula. A aplicação do modelo foi na bacia de Ibirama (SC) que tem 3314 Km² de área. As previsões foram de 2, 4, 6 e 8 horas de antecedência. Os resultados deste estudo foram comparados com os obtidos por Cruz (1987).