Levantamento etnobotânico das principais plantas medicinais utilizadas na cidade de Piripiri-PI, com objetivo de implantação de uma farmácia viva
É sabido desde as primeiras civilizações os efeitos benéficos que a natureza oferece, com alta diversidade, conhecimentos e técnicas que foram aprimoradas e repassadas ao longo de várias gerações até os dias atuais. O presente artigo objetiva obter dados no que concerne ao uso de plantas medicinais...
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2022 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) |
| Repository: | Research, Society and Development |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/37859 |
| Online Access: | https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/37859 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Plantas medicinais Etnobotânico Fitoterapia. Plantas medicinales Etinobotánico Medicinal plants Ethnobotanist Phytotherapy. |
| Summary: | É sabido desde as primeiras civilizações os efeitos benéficos que a natureza oferece, com alta diversidade, conhecimentos e técnicas que foram aprimoradas e repassadas ao longo de várias gerações até os dias atuais. O presente artigo objetiva obter dados no que concerne ao uso de plantas medicinais pela população do município de Piripiri - Piauí para posterior construção de um horto de plantas medicinais contemplando as principais espécies em uso pela comunidade local. O levantamento de dados foi realizado mediante a entrevista feita com a população da cidade, a amostra foi calculada com nível de confiança de 90% e erro amostral de 10% da população do município citado. Em relação aos resultados é perceptível que a maioria das plantas referidas fazem parte da relação de plantas medicinais mais usadas no Nordeste. As plantas mais citadas pela comunidade são: Mastruz, Boldo e a Erva-cidreira com 10%, seguidos Capim-santo e da Alfavaca com 9%. Nestes usos reportados as enfermidades mais tratadas foram dor de cabeça (33%), gripe (23%), insônia (21%), resfriado (14%), febre (4%) e refluxo (5%). A população pesquisada denota a concepção de que por tratar-se de produtos naturais são isentas de malefícios a saúde. Sendo, necessária a orientação por profissionais de saúde, para explicar sobre seu uso racional. O presente estudo destaca-se por poder contribuir com a literatura no que concerne a fomentar o uso de plantas medicinais pela população e levar ao destaque esta possibilidade de se utilizar dos recursos oferecidos pela natureza com finalidade terapêutica. |
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