Validação de novo protótipo para automatizar testes de heterogeneidade de minérios.

O erro fundamental da amostragem (do inglês, Fundamental Sampling Error, FSE) é um dos erros de amostragem definidos por Pierre Gy e está relacionado à heterogeneidade constitucional do minério. Mesmo que um procedimento amostral seja considerado ideal ou perfeito, este erro ainda existirá e, portan...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Prado, Gabriela Cardoso
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-20072023-082836
Acceso en línea:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3134/tde-20072023-082836/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Amostragem
Amostragem (Teoria)
Fundamental sampling error
Heterogeneidade (Testes)
Heterogeneity test
Intrinsic heterogeneity
Sampling theory
Descripción
Sumario:O erro fundamental da amostragem (do inglês, Fundamental Sampling Error, FSE) é um dos erros de amostragem definidos por Pierre Gy e está relacionado à heterogeneidade constitucional do minério. Mesmo que um procedimento amostral seja considerado ideal ou perfeito, este erro ainda existirá e, portanto, não pode ser eliminado. A Heterogeneidade Intrínseca (IH) pode ser estimada pela fórmula calibrada de Gy, que é escrita em função dos parâmetros ou constantes de amostragem K e . Estes parâmetros podem ser calibrados pelo teste de heterogeneidade padrão, originalmente desenvolvido por Pierre Gy e Francis Pitard, baseado na coleta de fragmentos de rocha, individual e aleatoriamente, de maneira equiprobabilística, a partir de um lote de material particulado, visando estimar a heterogeneidade intrínseca do lote (IHL). Este teste, além de demandar tempo e espaço, pode ser influenciado pela tendência humana de selecionar os fragmentos maiores ou diferentes, gerando um viés difícil de ser quantificado ou mensurado. Para eliminar a variância gerada pelo viés humano, desenvolveu-se um protótipo denominado IHT (Intrinsic Heterogeneity Tester), que automatiza o teste de heterogeneidade. O protótipo seleciona fragmentos em fluxo cadente, um a um, por meio de uma contagem a laser predefinida. Visando validar o protótipo, desenvolveuse o Estudo Garbanzo, onde grãos de bico foram pintados simulando teores de minérios e, sequencialmente, passaram pelo processo amostral do IHT diversas vezes. Os resultados dos testes do Estudo Garbanzo foram satisfatórios tanto por análise estatística quanto por análise de teor, validando o IHT como alternativa ao teste de heterogeneidade padrão.