MEMÓRIAS EXILADAS NO SÍTIO ARQUEOLÓGICO SÃO MIGUEL ARCANJO: UMA VISITA À IGREJA E AO COTIGUAÇU ENQUANTO PATRIMÔNIOS INDÍGENAS
Diante das comemorações dos oitenta anos do tombamento nacional dos remanescentes arquitetônicos de São Miguel das Missões, o presente artigo questiona o paradigma jesuítico fundante daquele patrimônio, discutindo o não-lugar indígena em dois importantes espaços do Sítio Arqueológico São Miguel Arca...
| Autores: | , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) |
| Repositorio: | Habitus |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.seer.pucgoias.edu.br:article/7108 |
| Acesso em linha: | https://seer.pucgoias.edu.br/index.php/habitus/article/view/7108 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Etno-história Guarani Jesuítas Missões Museu das Missões. missões indígenas |
| Resumo: | Diante das comemorações dos oitenta anos do tombamento nacional dos remanescentes arquitetônicos de São Miguel das Missões, o presente artigo questiona o paradigma jesuítico fundante daquele patrimônio, discutindo o não-lugar indígena em dois importantes espaços do Sítio Arqueológico São Miguel Arcanjo, aqui entendido como parte do cenário museal do Museu das Missões: a igreja central e o Cotiguaçu. Para tal, a partir de uma abordagem etno-histórica interessada na democratização dos patrimônios nacionais, o estudo questiona os discursos fundantes a partir de análises históricas pautadas na documentação colonial e em produções cinematográficas e reflexões produzidas por cineastas indígenas envolvidos com aquela espacialidade. Ao fim, levantam-se possibilidades sobre os caminhos que se abrem a partir destes questionamentos, sugerindo uma atualização dos discursos que fundamentam as visitações e a comunicação das instituições responsáveis pelo Sítio. |
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