Saúde da população LGBTQIA+: revisão de escopo rápida da produção científica brasileira

A Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) foi um importante passo na busca de equidade. A falta de pesquisas específicas pode ser um entrave na elaboração de estratégias que abarquem as necessidades de saúde dessa população. O objetivo deste...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Domene, Fernando Meirinho, Silva, Jessica de Lucca da, Toma, Tereza Setsuko, Silva, Letícia Aparecida Lopes Bezerra da, Melo, Roberta Crevelário de, Silva, Adriano da, Barreto, Jorge Otávio Maia
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/59548
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/59548
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Sexual and Gender Minorities
Minorias sexuais e de gênero
Gênero e saúde
Política de Saúde
Brasil
Revisão
Sexual and gender minorities
Gender and health
Health policy
Brazil
Review
Minorias Sexuais e de Gênero
Saúde de Gênero
Política Pública
05 Igualdade de gênero
10 Redução das desigualdades
Descripción
Sumario:A Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) foi um importante passo na busca de equidade. A falta de pesquisas específicas pode ser um entrave na elaboração de estratégias que abarquem as necessidades de saúde dessa população. O objetivo deste estudo foi mapear e caracterizar a produção científica brasileira sobre a saúde da população LGBT. Utilizamos a metodologia de revisão de escopo rápida para realizar uma análise temática e bibliométrica. Incluímos estudos de pesquisadores(as) brasileiros(as) publicados em periódicos científicos. As buscas foram realizadas em quatro bases de dados, sendo incluídos 381 artigos. Os resultados indicam que a produção científica brasileira sobre a saúde de LGBT aumentou ao longo do tempo, particularmente a partir de 2016, porém observam-se lacunas em necessidades e vulnerabilidades específicas dentro dos subgrupos abarcados pela sigla LGBTQIA+. Apesar dos avanços promovidos a partir da Política Nacional de Saúde Integral LGBT, há ainda muitas lacunas na produção científica brasileira, que poderiam ser incluídas na agenda de prioridades para fomento à pesquisa.