Associação da função pulmonar e capacidade funcional com o tempo de ventilação mecânica invasiva após cirurgia de revascularização do miocárdio

Introdução: A cirurgia de revascularização do miocárdio (CRM) é realizada para diminuir os sintomas característicos da doença arterial coronariana (DAC) e após esse procedimento os pacientes necessitam de ventilação mecânica invasiva (VMI). Um tempo prolongado de VMI resulta no aumento de complicaçõ...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Zanini, Maurice, Martini, Tamara Fenner, Santos, Francielle da Silva, Rovedder, Paula Maria Eidt, Stein, Ricardo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/188944
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/188944
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Espirometria
Respiração artificial
Cirurgia torácica
Spirometry
Respiration artificial
Thoracic surgery
Descripción
Sumario:Introdução: A cirurgia de revascularização do miocárdio (CRM) é realizada para diminuir os sintomas característicos da doença arterial coronariana (DAC) e após esse procedimento os pacientes necessitam de ventilação mecânica invasiva (VMI). Um tempo prolongado de VMI resulta no aumento de complicações pulmonares, mortalidade e prolonga o tempo de internação hospitalar. Objetivo: Verificar a associação entre a função pulmonar e a capacidade funcional pré-operatória com o tempo de VMI após CRM. Casuística e Métodos: Estudo de coorte prospectivo realizado entre 2011 e 2015 com inclusão de 40 indivíduos. Foram avaliadas a capacidade funcional e função pulmonar no pré-operatório da CRM, além do tempo de VMI no momento após o procedimento cirúrgico. Resultados: As variáveis da função pulmonar apresentaram correlação inversa com o tempo de VMI pós CRM, capacidade vital forçada (CVF) (r = -0,51; p = 0,001); o volume expiratório forçado no 1º segundo (VEF1) (r = -0,49; p = 0,001), o pico de fluxo expiratório (PFE) (r = -0,42; p = 0,008) e a capacidade vital inspiratória (CVin) (r = -0,51; p = 0,001). A mesma correlação não foi observada entre a capacidade funcional (r = -0,22; p = 0,166) e o tempo de VMI pós CRM. Conclusão: Os pacientes que apresentaram melhor função pulmonar no pré-operatório de CRM, necessitaram um menor tempo de VMI após essa cirurgia. O mesmo não foi observado em relação a capacidade funcional.