Da maldade difusa : (paisagens e margens do mal no fluxo narrativo da ficção de J. G. Ballard)
Resumo: O campo no imaginário destinado à tecnologia possui fronteiras elásticas, que não cessam de crescer desde o Renascimento. No século XX, era do automóvel e da televisão, a máquina como bem de consumo torna-se acessível a todos, possibilitando novas interações. Nesse contexto, a ficção de J. G...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositório: | Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:https://www.repositorio.unicamp.br/:1519278 |
| Acesso em linha: | https://hdl.handle.net/20.500.12733/36028 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Ballard, J. G., 1930-2009 - Crítica e interpretação Ficção cientifica - História e crítica Ficção inglesa - História e crítica Science fiction - History and criticism English fiction - History and criticism Ballard, J. G. - Criticism and interpretation Artigo original |
| Resumo: | Resumo: O campo no imaginário destinado à tecnologia possui fronteiras elásticas, que não cessam de crescer desde o Renascimento. No século XX, era do automóvel e da televisão, a máquina como bem de consumo torna-se acessível a todos, possibilitando novas interações. Nesse contexto, a ficção de J. G. Ballard apresenta as contradições do projeto tecnológico em universos narrativos que manifestam o fascinante e o horrível na interação entre homens tornados mecanismos e mecanismos alçados à condição de ídolos, fetiches, deuses de pequenos e amplos apocalipses |
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