Prevalencia de cárie dentária e doença periodontal de escolares de 5 a 12 anos de idade, no município de Santa Rita do Rio Pardo - Brasil
Apesar dos estudos demonstrarem que a cárie dentária vem decrescendo na população infantil, a realidade de municípios rurais pode diferenciar do índice de estudos nacionais, tanto para esta doença, quanto para a doença periodontal. O objetivo desta pesquisa consistiu em investigar a prevalência de c...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufms.br:123456789/219 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/219 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cárie Dentária Periodonto - patologia Inquéritos Epidemiológicos Dental Caries Periodontium - pathology Health Surveys |
| Sumario: | Apesar dos estudos demonstrarem que a cárie dentária vem decrescendo na população infantil, a realidade de municípios rurais pode diferenciar do índice de estudos nacionais, tanto para esta doença, quanto para a doença periodontal. O objetivo desta pesquisa consistiu em investigar a prevalência de cárie dentária e doença periodontal de escolares de 5 a 12 anos, no município de Santa Rita do Pardo, MS, que freqüentavam escolas públicas na zona urbana e rural a partir de uma amostra de 335 escolares, no ano de 2007. Utilizou-se as recomendações da Organização Mundial da Saúde, 1999. Para a dentição decídua, aos 5 anos de idade, 58,8% estavam livres de cárie dentária e 37,3% para a idade de 6 anos, não atingindo, para esta idade, a meta da OMS de 50% de crianças livres de cárie. Na dentição permanente, aos doze anos, 72,7% dos estudantes tinham experiência de cárie. O principal componente do ceo-d e do CPO-D foi o cariado. O CPO-D médio encontrado, aos 12 anos foi de 2,64. A porcentagem de escolares com gengivas sadias decresceu de 100,0% aos 5 anos para 6,8% aos 12 anos e o cálculo dentário aumentou de 2% aos 6 anos para 45,5% na idade de 12 anos. A alteração periodontal mais freqüente foi o sangramento gengival. À medida que aumentou a idade, houve maior freqüência de alterações gengivais, e agravamento do estado, de sangramento gengival para presença de cálculo dentário. O município não tem as águas de abastecimento público fluoretadas artificialmente e 51,4% estudantes utilizam água não tratada (de poço). O município deverá implementar programas de prevenção e educação em saúde bucal; implantar a fluoretação das águas de abastecimento público, e instituir fontes alternativas de flúor para as regiões que utilizam água não tratada. |
|---|