Experimentar literatura na educação: uma estratégia nômade de microrrevolução do desejo?
As redes políticas têm adensado a semiotização do capital no aparelho estatal escolar. Sob tal contexto, fazem-se necessárias novas estratégias de resistência ao avanço da racionalização neoliberal. A partir de uma pesquisa realizada com alunas e alunos leitores (COMITÊ DE ÉTICA 8369301019), oportun...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Lavras (UFLA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFLA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufla.br:1/56697 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/56697 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Literatura Educação Nomadismo Literature Education Nomadism |
| Sumario: | As redes políticas têm adensado a semiotização do capital no aparelho estatal escolar. Sob tal contexto, fazem-se necessárias novas estratégias de resistência ao avanço da racionalização neoliberal. A partir de uma pesquisa realizada com alunas e alunos leitores (COMITÊ DE ÉTICA 8369301019), oportunizados a experimentar a literatura fora do circuito da demanda de formação curricular nas escolas públicas, o objetivo do artigo é mostrar o investimento teórico que concebeu a literatura como experiência de monumento de perceptos, de afectos e blocos de sensações. A hipótese investigativa sustenta que ao se gerar experimentações por meio da máquina de expressão literária, a semiotização dominante escapa ao controle das demandas dos sistemas de formação capitalísticos funcionais. Nesse caso, indica-se a possibilidade de uma insurreição nômade na educação baseada na experiência literária, por sua vez, a potencializar a produção política de microrrevolução do desejo. Para tanto, os pensamentos de Berardi, Deleuze e Guattari são empalmados como condição favorável à análise em tela. Ao cabo, conta-se emergir uma disposição teórica a partir da qual a educação seja experiência de eclodir o desconhecido, a saber, aquilo que está por experimentar. |
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