Infância violenta: análise do contexto na obra ‘A amiga genial'

Este artigo teve como objetivo analisar as temáticas ‘infância’ e ‘violências’ no livro A amiga genial, de Elena Ferrante, obra que faz parte da tetralogia napolitana. Para isso, utilizou como fundamentação teórica a Teoria do Contexto de van Dijk (1980; 2013; 2016; 2020), dentro de sua abordagem so...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Nunes, Petrina Moreira
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Ceará (UFC)
Repositorio:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufc.br:riufc/65507
Acceso en línea:http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/65507
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Infância
Tetralogia napolitana
Teoría del contexto
Tetralogía napolitana
Teoria do contexto
Estudos críticos do discurso
Descripción
Sumario:Este artigo teve como objetivo analisar as temáticas ‘infância’ e ‘violências’ no livro A amiga genial, de Elena Ferrante, obra que faz parte da tetralogia napolitana. Para isso, utilizou como fundamentação teórica a Teoria do Contexto de van Dijk (1980; 2013; 2016; 2020), dentro de sua abordagem sociocognitiva dos Estudos Críticos do Discurso que considera a análise do contexto como uma forma investigação das propriedades sociais e cognitivas dos eventos comunicativos e de gêneros textuais-discursivos. Foram selecionados trechos do seguimento narrativo “Infância: História de dom Achille”, que mostrassem como diversas formas de violências marcaram a infância das personagens Lenu (narradora) e Lina/Lila, pelos contextos globais e locais da obra. Por contexto global, entende-se o contexto social do pós-guerra na Itália; e, contextos locais, os conhecimentos compartilhados entre as personagens como o ambiente, as crenças e os interesses. Dentre os resultados, foi possível perceber que a violência do contexto social do pós-guerra fazia com que as crianças sempre lidassem com situações de mortes e tragédias, modificando também suas relações de crenças.