Algumas reflexões sobre o ensino da língua portuguesa como L2 para surdos

O presente trabalho é fruto de uma pesquisa de cunho bibliográfico que buscou analisar se a aquisição tardia da LIBRAS pode interferir no aprendizado e desenvolvimento da L2, Língua Portuguesa na modalidade escrita, por alunos surdos. O estudo aborda inicialmente a temática relativa à surdez e a edu...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Nunes, Claudiane Oliveira Cardoso
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2021
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Tocantins (UFT)
Repositório:Repositório Institucional da UFT
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.uft.edu.br:11612/2759
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/11612/2759
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS - LIBRAS
LIBRAS
Surdez
Língua Portuguesa
Deafness
Portuguese Language
Descrição
Resumo:O presente trabalho é fruto de uma pesquisa de cunho bibliográfico que buscou analisar se a aquisição tardia da LIBRAS pode interferir no aprendizado e desenvolvimento da L2, Língua Portuguesa na modalidade escrita, por alunos surdos. O estudo aborda inicialmente a temática relativa à surdez e a educação de Surdos no país. Em seguida o texto discorre acerca de possíveis propostas de ensino da Língua Portuguesa para surdos como segunda língua. Destacando o processo de aquisição da linguagem pela criança surda, enfatizando como esse desenvolvimento ocorre em determinadas etapas da vida e como a escola pode auxiliar e desenvolver esse aprendizado. As principais fontes bibliográficas utilizadas foram Quadros (1997), Pereira (2014), Barros (2017), Skliar (1997). Conclui-se que o ensino de português como L2 através da LIBRAS, ainda é recente, mas com resultados positivos nas escolas, pois estas já estão envolvendo os alunos surdos nesse processo assim que há o aprendizado da LIBRAS, porém não é necessariamente um fator determinante que há uma idade certa para o aprendizado da L2, já que são vários fatores que podem interferir positiva ou negativamente nessa aprendizagem, como maneira de inserção do aluno com surdez no processo de ensino e aprendizagem